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O professor é um pouco "de lua": há dias em que é muito querido com os alunos, mas, em outros, age de forma agressiva sem necessidade. Os alunos precisam assistir às videoaulas no Coursera e, depois, na aula presencial, o conteúdo é praticamente todo repetido, sem muitos acréscimos.
Além disso, ele faz chamada em vez de usar lista de presença e houve um dia em que realizou chamada três vezes para garantir que ninguém tivesse ido embora, mesmo que o conteúdo fosse uma repetição do material online. Em outra ocasião, ao perceber que, mesmo presentes, muitos alunos não estavam prestando atenção, além das chamadas, passou a exigir a entrega de exercícios como forma de contabilizar presença.
Comentário em 18/06/2026, importado do USPAvalia com autorização do criador do site.
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Acho isso contraditório, pois, nas videoaulas, ele parece ser muito mais gentil e descontraído, chegando até a fazer músicas. No presencial, porém, a postura costuma ser diferente.
Por exemplo, depois de a turma ir mal em uma prova, foi dito que quem tirou nota menor que 6 deveria repensar a escolha pelo curso de Computação. Ele também, sem necessidade, insinuou que a greve dos alunos era ilegítima e continuou cobrando presença, mesmo após o IME ter declarado que não haveria retaliação.
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Em geral, é possível perceber que o professor é talentoso, tem muito conhecimento a compartilhar na área e, em alguns momentos, demonstra boa didática. Entretanto, neste ano, parece ter tido mais dificuldade nesse aspecto.
Sinto que uma retomada de estudos relacionados à licenciatura e à ética docente poderia ajudar nos próximos anos. Se possível, também seria importante atualizar a dinâmica da disciplina, que atualmente não parece fazer muito sentido.
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O aluno não deve ser visto como inimigo do professor, nem como alguém inferior em uma hierarquia do conhecimento. Às vezes, parece que um certo excesso de ego impede uma melhora real na didática, levando o professor a tentar obrigar os alunos a prestarem atenção, em vez de repensar a forma como conduz as aulas.
Obrigar o aluno por meio de várias chamadas, e-mails grosseiros e cobranças excessivas mais afasta do que aproxima. No momento, a disciplina parece seguir um modelo de educação bastante bancário, em que o aluno é tratado mais como receptor passivo do conteúdo do que como participante do processo de aprendizagem.
Por fim, ele também é bastante exigente na correção de trabalhos e provas.
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